O direito á vida

Mulheres bradando que tem direito á liberdade e
ao livre arbítrio sobre seus corpos.
O mais interessante disso tudo, é que todas as
pessoas que são favoráveis ao aborto, estão vivas!
Vivas porque suas mães não praticaram o aborto.
Mesmo com a implantação na grade curricular das
Escolas, de aulas de Educação Sexual, com a distribuição
gratuita de preservativos nos Postos de Saúde e em outros locais,
cresceu absurdamente os casos de abortos, principalmente os
clandestinos, feitos de maneira ilegal e perigosa. Nos últimos
dias, casos gravíssimos onde a prática do aborto, levou algumas
mulheres á óbito.
No caso mais recente divulgado, uma mulher
casada, mãe, e com o total apoio e conhecimento do marido, foi até
uma clínica clandestina para a interrupção da gravidez. Durante o
procedimento, teve órgãos vitais perfurados, foi a óbito, e seu
corpo desovado em um local qualquer.
Pronto. Isso bastou para que defensores da prática
abortiva pipocassem em redes sociais, opiniões à favor da
legalização do aborto.
Mas que raios de inversão é essa?
Não
seria mais ético e mais humano, prevenir a gravidez?
Não seria mais
coerente usar preservativos, que além de evitar a gravidez, previne
doenças?
O Brasil já sofre com o serviço gratuito de
saúde, com falta de médicos, com falta de leitos, com a falta de
remédios, com o sucateamento dos hospitais públicos.
Vamos jogar
mais essa “bomba” nas redes públicas e aumentar o caos?
Bradam pelo direito ao aborto gratuíto as
mulheres de baixa renda, nas redes do SUS.
Mas sabe quem pagará a
conta, mesmo sendo contra o aborto?
Eu e você!
De quem seria a culpa no fracasso à prevenção
da gravidez?
Culpa dos programas governamentais, na
distribuição dos preservativos, falha das Escolas, que não estão
preparando os adolescentes adequadamente, nas aulas de Educação
Sexual?
E o papel da família?
A educação, a ética, o cerne do caráter dos
jovens, tem que vir da base famíliar.
Mulheres que bradam aos gritos, para terem direito
de mandar em seus corpos, assumam seus atos, e dêem á um ser
indefeso, o direito de nascer!
Marlise Julião